lucidez.perigosa


. Some things are meant to be!

 (algumas coisas são feitas uma para as outras)

 

 

Parte II - Férias Legais

 

 

Nem só de situações ciladas às férias são feitas, existem também os acontecimentos  legais, exemplo fui no Masp com minhas sobrinhas e meu filho depois fomos conhecer o Memorial  da Resistência no antigo Dops, uma plavra o define "Emocionante".  Também ouvi muita música, conheci novas bandas, novos músicos, destaco e recomendo: Ayo; Álgebra; Erykah Badu; Leona Naess;  Gemma Hayes; BellX 1, Paddy Casey, entre outros. Li vários  livros: Travessuras da menina má; O doador; Doidas & Santas;  assisti vários filmes,  fofoquei muito com minhas amigas, ri demais com todas elas, fiz filosofia de bebum em botequinhos, comecei a fazer boxe sobre influência das sobrinhas, e neste turbilhão de acontecimentos,  assisto impotente (sem saber o que fazer) meu amor ir naufragando, como a música do Arnaldo Antunes, 2 perdidos “ eu estava lá...mas você não viu, está fazendo frio nesse lugar onde eu já caibo mais...”

E as férias ainda não acabaram.....portanto....ainda ouvindo Arnaldo Antunes.... Socorro!



Escrito por Gap às 01h51
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Some things are meant to be!

 (algumas coisas são feitas uma para as outras)

 

Parte I - Férias & Ciladas

 

 

Todo mundo sabe que férias muitas vezes pode ser CILADA! Ninguém esta livre de topar com saias justas nas férias, primeiro porque estamos com o espírito mais aventureiro e portanto mais propensos a cair em várias, segundo porque corremos para elas alegremente, de braços abertos...

Bom, vou narrar duas: fui com uma amiga para uma fazenda em Avaré , cilada pura, para a qual me entreguei sorridente, detesto dormir cedo, detesto barulho de bicho que não sei identificar a procedência,  detesto acordar cedo  com pássaros piando de manhã, alias sou mal humorada ao acordar, preciso de um tempo de silencio e introspecção antes de começar meu dia, fiquei com meu relógio biológico pirado, quando todos bocejavam de sono eu estava a mil, adrenalina pura, todos se recolhendo e eu querendo novidades, alegria e música; de manhã o processo invertia,  a casa despertava e eu queria escuridão e calmaria, enfim incompatíveis. A segunda foi sair com minhas amigas “pegadoras”, para algo que fazia tempo eu estava fora: “a paquera programada”, funciona assim: amigas que se encontram como você sem um GATO pra puxar pelo braço, resolvem mudar o destino, a estas se juntam outras que até tem um gato, mas querem mudar a raça, e esta armada a cilada, porque todo mundo sabe...isto não vai prestar!!! Eu percebi que perdi o jeito para a coisa, tenho dúvidas sobre como proceder, afinal as referências mudam tanto, minhas duvidas: se olho e o cara corresponde, desvio os olhos, encaro, ou faço aquele olhar de queixa? Também não sei o que fazer com as mãos, me digam onde é o melhor lugar para deixá-las sobre a mesa? no colo?  Mexendo cabelo, brincando com algum acessório? E sentar ou ficar de pé? Se sentar cruzo ou não as pernas? Danço ou fico quieta? Se olhar estou me oferecendo? Se não olhar sou metida? Estou perdida, em relação a como proceder, será que já tem manual sobre isso? Fora que nada me agrada, nada me interessa, um é isso, outro é assado, quase enlouqueci minhas amigas com minhas exigências. Alias não se fala mais paquera é “pegar” “azarar” entre outros.

Mas nem tudo é negativo, apesar de terem sido “experiências ciladas”, percebi que a força da amizade continua sendo um grande eixo em nossas vidas, uma percebendo meu cansaço quis compartilhar comigo o que para ela é a forma ideal de descanso, além de compartilhar comigo a família simpática que tem. As outras percebendo uma certa  tristeza e solidão, além é claro da falta de um par masculino me acompanhando pela noite, quiseram dar uma forcinha, já que devem me considerar uma pamonha nestas questões, e me arrastaram bares afora pelas férias, não achei um gato pra puxar pelo braço, nem achei mesmo que acharia, mas como rimos com as tentativas, como nos divertimos juntas, a cada saida renovando mais nossos laços cúmplices de amigas, amigas de toda uma vida.

 

 



Escrito por Gap às 14h02
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Em reforma!!!

 

Desolador!  O blog  largado, poucas coisas escritas, e eu gostava tanto dele, dos registros dos desabafos, das brincadeiras que fazia, em um ano e meio quase nenhum post. Sabem a causa disso?  Paixão! É,   andei apaixonada de pedra, sabem como louco de pedra, eu ando apaixonada de pedra, o que quer dizer que tenho andado louca de paixão, durante um ano e meio, só o que fiz foi mergulhar de cabeça nessa paixão. Arrependimentos? Nenhum! Como canta o Robertão em todos os natais “se chorei ou sofri...o importante é que emoções eu vivi”. Mas,  agora estou de volta, retomando as coisas que gosto de fazer, e umas que ainda vou descobrir se gosto, por enquanto três são os passos: 1. entrei para uma academia e estou fazendo boxe, vamos ver se agora levo adiante os exercícios físicos, e de quebra descarrego minha raiva com uns sopapos. 2. Vou começar a fazer analise mês que vem, e nem imagino o que vai sair disso, mas estou curiosa, e,  3. voltei a escrever, não importa que ninguém leia, vou escrever porque quero, e paro quando enjoar, afinal é meu ou não é este espaço? Então é isso, não sei quais serão os temas. Que venham as emoções!

 

 



Escrito por Gap às 23h55
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amor

 

Arrumei os amores, é a primeira regra da vida – saber arquivá-los, entendê-los, contá-los, esquecê-los. Mas ninguém nos diz como se sobrevive ao murchar de um sentimento que não murcha. A amizade só se perde por traição – como a pátria. Num campo de batalha, num terreno de operações. Não há explicações para o desaparecimento do desejo, última e única lição do mais extraordinário amor. Mas quando o amor nasce protegido da erosão do corpo, apenas perfume, contorno, coreografado em redor dos arco-íris dessa animada esperança a que chamamos alma – porque se esfuma? Como é que, de um dia para o outro, a tua voz deixou de me procurar, e eu deixei que a minha vida dispensasse o espelho da tua?

Inês Pedrosa



Escrito por Gap às 12h37
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